O torneio deste ano começou sem a presença ilustre de Rafael Nadal, que até então era o número 1 do mundo. Roger Federer, no entanto, aproveitou a ausência do seu maior rival e foi avançando na competição.
Das 20 finais de Grand Slam que Federer alcançou, perdeu somente cinco, todas para o espanhol. E com a sua ausência, o suiço estava mais perto de bater outro recorde e voltar a ser o número 1 do mundo, deixando o Nadal em 2°. E foi o que aconteceu.
Ao vencer Andy Roddick na final do Torneio de Wimbledon, numa partida espetacular, Roger Federer se tornou o maior tenista da história em número de Grand Slams. Com 15 títulos, o suíço quebrou a marca que até então era do americano Pete Sampras. E agora volta e liderar o ranking da ATP.

Após 4 horas e 16 minutos de jogo, Federer bateu Roddick por 3 sets a 2, com parciais de 5/7, 7/6 (8-6), 7/6 (7-5), 3/6 e 16/14.
O americano esteve perto de fechar a partida no 2° set, mas Federer mostrou maestria e conseguiu virar o set, vencendo o set seguinte, perdendo o outro e ganhando o jogo no 5° set por 16/14.